Com apoio da Comunitas, CIVITAS inicia projeto de modernização da gestão de informações na segurança pública
Iniciativa visa aprimorar fluxos de informação, fortalecer a capacidade de resposta e estruturar uma solução perene para a central municipal de inteligência do Rio de Janeiro

Representantes da Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia da Prefeitura do Rio de Janeiro (CIVITAS) e da Comunitas deram início, na última quinta-feira (15), a um projeto que tem como objetivo apoiar tecnicamente a organização na estruturação e otimização de seus fluxos de informação, promovendo maior integração, agilidade e sustentabilidade na gestão de dados estratégicos para a segurança pública municipal.
A entidade usa dados e tecnologia para apoiar a segurança pública, cruzando informações de câmeras, sensores e diversas fontes para gerar inteligência e auxiliar o trabalho tanto da polícia quanto do judiciário. O nome da central vem do latim ‘civitas’, que significa ‘cidade’, e remete à organização da vida urbana.
A ação conta com a expertise técnica do Studio Mirai e visa elevar o patamar de maturidade digital da gestão de demandas da CIVITAS. O objetivo é consolidar os protocolos já existentes em uma plataforma digital integrada, transformando fluxos de trabalho tradicionais em processos inteligentes e automatizados. Com isso, o projeto busca otimizar o tempo de resposta e assegurar a perenidade das soluções, reforçando o papel da entidade como uma central de inteligência ágil e moderna.

O encontro contou com a presença do chefe-executivo da CIVITAS, Davi Carreiro, do coordenador operacional, José Maurício Padrone, da coordenadora de Tecnologia e Dados, Maria Eduarda Lacerda Couto, e do gerente de Inteligência, Guilherme Sines. Também participaram Edgard Lombardi, gerente de projetos, Amanda Amaro, do time de tecnologia, Nicolas Evilásio, líder de tecnologia, e Luan Ribeiro, assessor do chefe-executivo, além de Alexandre Cardeman, coordenador de inovação do Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio). Representando o Studio Mirai, estiveram presentes Rogério Leal e Rômulo Lima. Pela Comunitas, participaram Thiago Milani e Dayane Matos, diretor e coordenadora de Projetos e Relações Governamentais, respectivamente.
Como o projeto será desenvolvido

A metodologia do projeto está estruturada em 3 fases, com duração prevista de 5 meses. Na primeira etapa, serão realizados levantamentos de processos, entrevistas com usuários, priorização de backlog e criação de protótipos das telas da aplicação. A fase de desenvolvimento seguirá um modelo ágil, com entregas contínuas e validações técnicas e funcionais.
Todos os projetos apoiados pela Comunitas partem de aprendizados consolidados ao longo de sua atuação prática junto a diferentes realidades da gestão pública, e um dos pilares da abordagem é a construção de soluções sustentáveis, desenhadas para permanecer e evoluir de forma autônoma após a conclusão dos projetos.
Para alcançar esses objetivos, o projeto será desenvolvido em etapas que incluem o mapeamento das funcionalidades, a validação técnica das soluções propostas, o desenvolvimento iterativo e a entrega de uma aplicação funcional em ambiente de testes, seguida por sua estabilização em produção. A iniciativa contempla, ainda, a realização de treinamentos para as equipes técnicas e usuários finais, além de suporte pós-implantação voltado a ajustes, aprimoramentos e melhorias incrementais.
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