BISC Investimento Social Corporativo | 20/10/2025

Dia Nacional da Filantropia: BISC participa do toque de campanhia da B3

Toque simbólico na Bolsa de Valores do Brasil ressignifica o papel do setor privado no desenvolvimento social e incentiva cultura de doação no país

Crédito da Imagem: Cauê Diniz/B3

Na manhã desta segunda-feira (20), a diretora de Gestão e Investimento Social da Comunitas, Patricia Loyola, participou do primeiro Toque de Campainha pela Filantropia, realizado na sede da Bolsa de Valores do Brasil (B3). O evento reuniu diversos empresários, empreendedores sociais e organizações do terceiro setor com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância do Investimento Social Privado (ISP) e incentivar a cultura de doação no Brasil.

A cerimônia do toque da campainha, tradicionalmente utilizada para marcar a abertura do pregão e o lançamento de novas empresas no mercado, foi simbolicamente dedicada à ação, destacando uma causa de igual relevância para a economia nacional: o desenvolvimento social. O gesto ganhou significado ainda mais especial por coincidir com o Dia Nacional da Filantropia, data que celebra e reforça a importância da generosidade organizada na construção de uma sociedade mais justa e solidária.

Em sua participação, Patricia Loyola destacou a dimensão estratégica do momento: “A filantropia precisa fazer parte da estratégia de negócio. Empresas com propósito não apenas geram impacto social, mas colhem inovação e resiliência”.

Crédito da Imagem: Cauê Diniz/B3

Dessa forma, o toque ressoou como um convite para que o setor privado também direcione seu olhar e recursos ao Investimento Social, unindo a força do mercado à transformação socioambiental.

Ao longo do evento, palestras e painéis destacaram que a filantropia contemporânea deve ser estratégica, transparente e intencional. Mais do que uma ação pontual, o ISP vem se consolidando como um mecanismo capaz de reduzir desigualdades, fortalecer territórios e catalisar políticas públicas, atuando em sinergia com as agendas de negócio.

Além disso, as falas de lideranças empresariais e representantes de fundações e institutos destacaram que agora é o momento de incorporar a filantropia como parte indissociável da estratégia corporativa. Trata-se de assumir, na prática, uma responsabilidade compartilhada pelo desenvolvimento do país, em que colaboração e propósito se tornam vetores de um crescimento verdadeiramente sustentável e inclusivo.

A importância de ver a filantropia como uma inteligência social, capaz de ampliar o alcance do negócio, foi detalhada por Loyola: “A atuação social das empresas chega onde o business não alcança. Quando falamos em valor compartilhado, existe um potencial tremendo de uma relação genuinamente de ganha-ganha”.

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