Educação e resiliência climática marcam participação da Comunitas em evento da B3 Social
O evento destacou a importância do investimento social no setor, com foco em matemática, parcerias para o investimento e infraestrutura escolar

Crédito da Imagem: B3 Social
A Comunitas, representada por sua Diretora de Gestão e Investimento Social, Patricia Loyola, marcou presença em um encontro promovido pela B3 Social, braço filantrópico da Bolsa de Valores. O evento, realizado ao longo de todo o dia de ontem (19), reuniu mais de 70 entidades do terceiro setor apoiadas pela organização para celebrar seus cinco anos de atuação.
Comprometida em reduzir as desigualdades sociais no Brasil, a B3 Social tem atuado para fortalecer a educação pública por meio de iniciativas que elevam a qualidade do ensino no país. Ao longo de sua trajetória, já apoiou mais de mil projetos em 99% do território nacional, destinando R$ 294 milhões para a educação em três frentes: Alfabetização e Matemática, Formação para Vida e Trabalho e Esporte-educação. Para este ano, a entidade prometeu destinar R$ 60 milhões para projetos na área, que vão beneficiar mais de 10 milhões de pessoas.
O encontro foi uma oportunidade para compartilhar experiências, fortalecer parcerias e reforçar o papel do investimento social no desenvolvimento do país. O evento também destacou a importância do engajamento do mercado na agenda de impacto social. “Temos falado muito sobre a indução de boas práticas e a importância da B3, com sua filantropia, induzir o mercado e outras empresas a destinarem recursos ou pensarem na destinação de seus recursos de uma forma mais estratégica”, declarou a Head da B3 Social, Fabiana Prianti.
Durante o dia, foram realizadas palestras com diversos profissionais do meio, como a ex-seleção brasileira de vôlei e ex-ministra do Esporte Ana Moser, do Atletas pelo Brasil; o Diretor Executivo do Todos Pela Educação, Olavo Nogueira Filho; e a Superintendente de Sustentabilidade da B3 Social, Virgínia Gonçalves.
Além disso, o evento contou com diversos painéis temáticos, que abordaram a importância do terceiro setor na promoção de uma educação integral, bem como sobre a construção de uma educação resiliente, considerando a preparação e adaptação para o futuro – este último, mediado por Patricia Loyola.
Educação resiliente

Crédito da Imagem: B3 Social
O painel, que também contou com a participação da Diretora Executiva do Instituto Reúna, Kátia Smole; da Chefe de Políticas Sociais e Monitoramento & Avaliação da UNICEF Brasil, Liliana Chopitea; e da Secretária Adjunta de Educação do Rio Grande do Sul, Stefanie Eskereski, discutiu estratégias para minimizar os impactos de eventos climáticos extremos e da pandemia na qualidade do ensino no país.
O debate buscou discutir soluções que garantam infraestrutura adequada e um ambiente propício para a aprendizagem, especialmente em contextos desafiadores. Para ampliar o impacto dessas ações, é essencial que governos, sociedade civil e iniciativa privada atuem de forma colaborativa e norteadas pela política pública.
Como contribuição adicional ao debate, a Comunitas indica a leitura do Guia para o Enfrentamento às Emergências Climáticas: Estratégias de Colaboração Público e Privado.
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